sábado, 3 de julho de 2010

ideias abrigo


1) Varaus
interligados: tecidos de diferentes texturas, cores e transparências - pendurados em fios/cordas - permitem que as pessoas envolvidas vejam a cidade e as pessoas de fora por outra perspectiva e, ao mesmo tempo, garantem certa privacidade. Almofadas podem ser dispostas no chão forrado com pano grosso.



2) Construção feita com andaimes facilmente montáveis, de material leve (ex.: cano de pvc), que permite às pessoas passarem através e permanecerem dentro da estrutura se assim quiserem. Táboas de madeira escoradas em locais estrategicamente mais resistentes são opção para descanso e oferecem melhor condição de contemplação.



3) "Telas" - moldura de madeira abrigando treliça de fios de lã/barbante - dispostas de modo a criar um ambiente parcialmente fechado que ainda assim permite grande interação com a cidade. Fios de lã/barbante se estenderiam do chão até outros fios esticados no "teto". Balanços dentro do abrigo permitiriam às pessoas descansarem e se entreterem.



4) Estrutura semelhante a velas de barco ficaria no centro do abrigo. As pessoas poderiam alterar a disposição dos panos de acordo com o vento ou mesmo para fazer sombra. Ainda não pensei em uma opção para descanso e nem sei se acho mesmo necessário a existência de uma.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Cildo Meireles

Nascido, no Rio de Janeiro em 1948, Cildo Meireles

passou a dedicar-se ao desenho por influencia do pintor peruano Felix Alejandro Barrenechea com tem teve contato em Brasilia. Chegou a se preparar para ingressar na curso de arquitetura na UNB em 1966, mas foi convidado pelo Museu de Arte Moderna da Bahia para expor seus desenhos no mesmo ano.
Nos Anos 70, marcados pro censura pela promulgação do AI-5, Cildo se destacou por uma série de propostas políticas e socialmente críticas, como por exemplo, seu trabalho em carimbo em notas de um cruzeiro:"Quem matou Herzog?".
Via a arte como meio de democratização da informaçào e da sociedade, por isso costumava gravar em seus trabalhos do periodo "a reprodução dessa peça é livre e aberta a toda e qualquer pessoa" criticando o direito privado , o mercado e a elitização da arte.
É tambem da mesma época o projeto "Inserções em circuitos ideológicos" oque consistia em gravar nas garrafas retornáveis de coca-cola informações, opiniões críticas, a fim de devolve-las a circulação.
Cildo segue com sua produção conceitual empregando multiplas linguagens e suportes. A foto acima representa parte da Instalação "Desvio para o vermelho I: Impregnação II:EntornoIII:Desvio" originalmente concebida em 1967 mas montada em diferentes versões desde 1984.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

performance mesanino

essas são as duas versões trabalhadas da representação após a análise crítica


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mesanino

primeira versão da representação da performace no mesanino(vulgo bolotas)

trabalho de Luiza Magalhães e Camila Assis

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sábado, 27 de março de 2010

duendes

Fiz um panorama da casa de numero 5903 da contorno. Situada entre um enorme predio comercial e a berrante papelaria Kalunga, ela passa despercebida a quase todos. Entrevistei pedestres que tem aquela calçada como constante em seu caminho do trabalho, e qundo os questinei sobre quais eram as edificaçoes ali presentes todos se esuqeceram do meu objeto de estudo. o porteiro que trabalha no predio ao lado, disse achra a casa triste e vazia, sendo habitada apenas por um senhor de idade.
A mim a casa parece um tanto quanto anacronica, e bem localizada , quase como um refugio da cidade. Desde que a percebi ela me inspira fantasias mirabolentes envolvendo traficantese mafiosos. Para elaborar meu panorama resolvi extrapolar no quesito fantasia.

"Era quase o dia de tudo mudar.Ele sabia que tanto faria aos outros , aos grandes, mas a mudança era bem maior que eles. De anão de Jardim a Duende.Do inanimado ao fantastico. Na realidade não deixaria de passar despercebido, mas ali, no número 5903 da Contorno, seria uma outra história. Ali os seus entenderiam, enxergariam o quanto ele havia crescido. Um Duende de verdade quem diria! So faltava uma prova. Tinha de descobrir a qual humano aquela casa saltava aos olhos, mas como havia algum deles de enxerga-la, Kleinhoff ainda nào compreendia."

sexta-feira, 19 de março de 2010

primeiros panoramas


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luiza GABRIELA

a ultima montanha é sempre azul.

















Minha inspiração para esse retrato foram as duas músicas de Tom Jobim, que tem o mesmo nome da retratada, 'Luiza 'e 'Gabriela'. A primeira tem um caráter mais triste enquanto a segunda exalta uma mulher cheia de energia e tipicamente brasileira. Luiza não apenas tem a aparência de uma jovem brasileira típica, como tem essa energia , e um certo espírito de aventura. O que me chamou atenção foi o fato de essas características não serem obvias para quem acabou de a conhecer. Como Luiza não me passou a impressão de ser tímida , imagino que os aspectos de sua personalidade que escolhi retratar estejam em uma certa forma de latência, de meio distantes da superfície, o que foi representado pela camada azul que chega a causar um leve incomodo na foto. Eu quis mostrar o lado 'Gabriela' da Luiza o qual talvez esteja morando "embaixo dessa neve".